Carta das centrais: A terceirização aprovada condena o trabalhador à escravidão

É inaceitável!

O projeto de terceirização, PL 4302/98, aprovado nesta quarta-feira, dia 22, é um retrocesso e acaba com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Com mais de 12 milhões de desempregados, o trabalhador não pode ser ainda mais penalizado pelo governo para resolver a grave crise político/econômica do País.

Essa terceirização promove uma reforma trabalhista e sindical. Aumenta a insegurança jurídica, acaba com os direitos trabalhistas, divide as categorias e permite que o setor patronal faça o que bem entender com os sindicatos dos trabalhadores.

O trabalhador ganhará menos, trabalhará mais e ficará exposto a acidentes de trabalho. O governo Temer e o Congresso Nacional atendem somente a interesses da classe empresarial.

As centrais sindicais condenam o projeto da forma que foi aprovado. Seguimos firmes na organização de nossas bases, cobrando a abertura de negociações e a manutenção da proibição de terceirização na atividade fim.

As centrais sindicais reinteram todos os esforços de mobilização dos trabalhadores, mas afirmam estar abertos ao dialogo.

Paulo Pereira da Silva (Paulinho)
Presidente da Força Sindical
Vagner Freitas
Presidente da CUT
Ricardo Patah
Presidente da UGT
Adilson Araújo
Presidente da CTB
José Calixto Ramos
Presidente da Nova Central
Antonio Neto
Presidente da CSB

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Metalúrgicos se mobilizam contra projeto da terceirização nesta terça (21), em Brasília

Deputados ressuscitaram projeto do governo FHC que transforma todos os trabalhadores em terceirizados e podem votá-lo já nessa semana

A Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos  (CNTM), estará nesta terça-feira (21), em Brasília, para tentar barrar a votação do PL  4.302/98, que permite a terceirização geral e irrestrita para todas as atividades de uma empresa. O projeto, ainda do governo FHC e que foi ressuscitado pelos deputados, já está na agenda de pauta da Câmara dos Deputados para ser votado entre os dias 21 e 23 de março. O objetivo dos  sindicalistas é convencer o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), a retirar o projeto da pauta de votação.

“Estaremos em Brasília para exigir que a retirada desse projeto que não passa de mais um dos ataques que estão sendo orquestrados para acabar com os direitos trabalhistas. Não resta dúvida que liberar a terceirização de forma indiscriminada vai precarizar a situação  dos trabalhadores e da economia do país,  já que os números provam que terceirizados ganham menos e tem direitos reduzidos”, diz o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, Sérgio Butka.
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Milhares de trabalhadores do Paraná protestaram nesta quarta (15) em defesa da aposentadoria

Somente na Grande Curitiba, 32 mil  trabalhadores, entre metalúrgicos, motoristas e cobradores, ligados à Força Sindical do Paraná,  participaram dos protestos. Manifestações  ocorreram também em Londrina, Maringá, Paranaguá e Pato Branco. Na Assembleia Legislativa, deputados, promotores e sindicalistas aprovaram carta do movimento  “Todos contra o fim da aposentadoria”, que exige uma auditoria nas contas da Previdência
Milhares de  trabalhadores participaram nesta quarta (15), em todo o Paraná, dos protestos em defesa da aposentadoria. A mobilização fez parte do Dia Nacional de Lutas Contra a Reforma da Previdência, organizada pela Força Sindical e demais centrais sindicais, em todo o país. Somente na Grande Curitiba, mais de 32 mil trabalhadores entre metalúrgicos, cobradores e motoristas, ligados à Força Sindical do Paraná, cruzaram os braços. Em ato unificado trabalhadores se reuniram no centro da capital para caminhar até a Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) para participar da audiência pública sobre a reforma da Previdência. Manifestações também ocorreram nas cidades de Londrina, Maringá, Paranaguá e Pato Branco.  Como parte do Movimento “Todos contra o fim da aposentadoria”, também foram coletadas assinaturas para o abaixo assinado que exige uma auditoria nas contas da Previdência Social.

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Milhares de trabalhadores do Paraná paralisam nesta quarta (15) para protestar em defesa da aposentadoria

Motoristas, metalúrgicos e demais categorias filiadas à Força Paraná participam do Dia Nacional de Lutas contra a Reforma da Previdência. As 10h, acontece na Assembleia Legislativa uma audiência pública sobre o tema. Centrais sindicais também aderem ao movimento cívico “Todos contra o fim da aposentadoria”, para exigir uma auditoria nas contas da Previdência Social

Milhares de trabalhadores do Paraná vão paralisar as atividades nesta quarta-feira (15), para protestar em defesa da aposentadoria e contra a proposta de reforma da Previdência do governo (PEC 287). A paralisação faz parte do Dia Nacional de Lutas Contra a Reforma da Previdência, organizada pela Força Paraná demais centrais sindicais.  Motoristas e cobradores, metalúrgicos, químicos, servidores públicos, portuários, aposentados e demais categorias filiadas à Força Paraná em todo o estado, participarão da mobilização com paralisações e protestos desde do início madrugada. Às 10hs, acontece em Curitiba, no  plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), uma audiência pública sobre o tema. A Audiência será realizada pela Frente Parlamentar em Defesa do Trabalhador do Campo e da Cidade.  A Força Paraná também estará divulgando entre os trabalhadores o movimento cívico “Todos contra o fim da aposentadoria”, do qual começaram a fazer parte esta semana.

“O objetivo principal desse 15 de março é alertar a população sobre os riscos dessa reforma proposta pelo governo. Ninguém nega que a Previdência precisa de ajustes. O que não aceitamos é o governo querer impor regras que praticamente vão inviabilizar que a grande maioria da população se aposente. Pela complexidade do tema é preciso ampliar e muito o debate antes de qualquer mudança drástica. É preciso saber primeiro onde ou com quem está sendo gasto o dinheiro da Previdência. É por isso que estamos aderindo ao movimento “Todos contra o fim da aposentadoria”, para exigir uma auditoria nas contas da Previdência”, diz o presidente da Força Paraná, Sérgio Butka.
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Goiás intensifica manifesto da Força Sul contra o aparelhamento partidário da Força Sindical

O presidente da Força-PR e do SMC, Sérgio Butka durante a abertura do Congresso de Goiás

Moção de repudio foi distribuída e endossada pelas lideranças mesmo com a presença do presidente da central, Paulo Pereira da Silva

Goiania-10/03/17- Mesmo com a presença do presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, os diretores da Força-PR distribuíram e coletaram assinaturas para a moção de repúdio emitida pela Força Sul à às reformas da previdência e trabalhista e ao aparelhamento partidário da central.

A ação foi realizada no Congresso Estadual da Força Sindical de Goiás onde, nesta sexta, estão sendo debatidos temas como: a ação sindical para os próximos quatro anos, a reforma da Previdência e a reforma trabalhista, além da conjuntura econômica.

Congresso com a pariticipação do presidente da central, Paulo Pereira da Silva

Coordenado pelo presidente da Força-GO, Rodrigo Carvelo, o Congresso conta com a presença dos dirigentes do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba Sérgio Butka, Jamil Davila, Nelson Silva de Souza, Jorandir Ferreira, Pedro Paulo da Silva, Claudio Gramm, Paulo Pissinini, Pedro Celso Rosa, Gilson Ricardo Batista e Marco Antônio da Silva. O Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc) também participa representado pelo seu presidente, Anderson Teixeira.

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