Sindicato dos Metalúrgicos de Londrina inaugura Parque Aquático

Pensando também no lazer do trabalhador sindicalizado o Sindicato dos Metalúrgicos de Londrina inaugurou no ultimo dia 15 de janeiro o Parque Aquático. A inauguração contou com a presença de várias lideranças sindicais.

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Sindimoc: Assembleia dá largada à Campanha Salarial 2017

Em assembleia realizada nesta quarta-feira (18) em dois horários – às 9 e às 15 horas -, motoristas e cobradores de Curitiba deram largada à Campanha Salarial 2017. Entre os pontos aprovados por ampla maioria estão a manutenção da data-base em 1º de fevereiro e autorizações para o Sindimoc elencar pauta de reivindicações, estabelecer negociação com o Sindicato Patronal, levar o Dissídio Coletivo de Trabalho junto ao Tribunal Regional do Trabalho e, inclusive, para deflagrar greve da categoria, caso falhe a negociação.

A partir de agora, o Sindimoc irá se reunir com técnicos e economistas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e assessorias sindicais para definir os patamares e pautas de reivindicações.

Participação de todos é fundamental

O presidente Anderson Teixeira destaca a importância da participação e união de todos nesse momento. “Como nos anos anteriores, em que conquistamos os melhores acordos salariais do Brasil, precisamos que todos os motoristas e cobradores participem da negociação, que acompanhem, se envolvam, que estejam lado a lado com o Sindimoc nesse momento. Se a categoria não está unida e mobilizada, o Sindimoc não tem força alguma na mesa de negociação”, afirma Anderson Teixeira.

A quem interessa dividir a categoria

Hoje, depois da assembleia, um pequeno grupo lamentavelmente começou a partir para a provocação, buscando confusão. Ficaram muitas perguntas no ar:

- Por que querem desunir nossa categoria, que, de 2010 para cá, alcançou tantas conquistas na base da luta e da união???

- A quem interessa dividir a nossa categoria???

- Quem está financiando essas pessoas???

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Ainda uma vez, os quatro eixos

Confira abaixo o artigo do sociólogo e consultor da Força Sindical , João Guilherme Vargas Neto, sobre o conjunto das tarefas que são desafios para os trabalhadores, para as entidades e para todo o movimento sindical

Agora que se restabeleceu minimamente o empenho unitário entre as centrais sindicais e as confederações e com a adoção de um cronograma de reuniões, manifestações e seminários com a ajuda do Dieese e do Diap, é bom que se sistematize o conjunto das tarefas que são desafios para os trabalhadores, para as entidades e para todo o movimento sindical.

O fundo do quadro continua o mesmo: grave recessão, desemprego crescente e queda dos salários (pela primeira vez em mais de 15 anos o salário mínimo não teve aumento real), bem como a predominância social de uma agenda regressiva.

Os quatro eixos em que se pode organizar a ação necessária, conjugando com inteligência a capacidade de mobilização na base e a habilidade na negociação no Congresso Nacional e na vida das empresas, são os seguintes:

1-    Eixo da resistência – sob a palavra de ordem de “nenhum direito a menos” a resistência se dá contra a reforma da previdência pública proposta pelo governo, nas discussões da pretendida “reforma trabalhista” (sem urgência) e no esforço no Congresso contra a terceirização generalizada.

2-    Eixo produtivista – para o movimento sindical interessa muito o enfrentamento e superação do quadro recessivo, bem como a adoção de políticas públicas de desenvolvimento. Temas importantes neste eixo são: a luta contra os juros altos, a melhoria do sistema de crédito, a adoção de políticas pontuais como a renovação da frota e o esforço para a retomada dos investimentos com valorização dos projetos e obras de engenharia nacional. O eixo produtivista possibilita alianças entre mundo do trabalho e o empresariado.

3-    Eixo das campanhas salariais – levando-se em conta os efeitos funestos da recessão sobre os resultados das últimas campanhas e a suspensão monocrática da ultratividade, é preciso organizar com mais eficiência as próximas campanhas salariais que se prolongam ao longo do ano, coordenando-se ao máximo o empenho de luta, de mobilização e de negociação das diferentes categorias.

4-    Eixo do interesse individual e imediato dos trabalhadores – aqui comparecem aquelas questões emergenciais que dizem respeito a milhões de trabalhadores, sindicalizados ou não, embora seu efeito seja relativamente pequeno em cada caso individual. Exemplos fortes: a luta pela correção da tabela do IR, a vigilância sobre o correto pagamento do 13º salário e de outros benefícios e a ajuda sindical ao acesso dos trabalhadores às contas inativas do FGTS.

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Sindicato dos Metalúrgicos de Pato Branco: nova sede para melhor atender aos associados

Desde o dia 07/11/16 o Sindicato dos Metalúrgicos de Pato Branco,filiado da Força Paraná, está atendendo na sua nova Sede que fica na Rua Fiorelo Zandoná, n° 997, ao lado do prédio antigo.

Inaugurada no dia 09/12, com três pavimentos, o espaço moderno foi planejado para melhor atender aos seus associados. Em sua estrutura o novo prédio conta com sala de reunião, auditório com 90 lugares, salas para o setor administrativo, um amplo arquivo, cozinha, elevador, recepção, salão de festas para pequenos eventos com capacidade para 80 pessoas, e salas onde futuramente deverão funcionar os consultórios médicos e odontológicos, e  sala para a fisioterapia. Todos os ambientes são mobiliados e decorados com modernidade e estilo.

De acordo com o Presidente da entidade Srº Ari Martins da Silva Pinto a obra foi iniciada há 5 anos, e é um grande sonho que foi idealizado ” Essa é uma obra arrojada, que na época, pensamos que não seria concretizada, e que hoje a entregamos aos trabalhadores com o objetivo de atende-los cada vez melhor, com mais aconchego, em um ambiente acolhedor.”

O presidente ainda acrescenta dizendo que o sindicato é a casa do trabalhador. “Tudo que existe no sindicato, desde uma caneta, é do trabalhador. Por isso trabalhamos para entregar cada vez mais uma melhor estrutura, buscando qualificar as pessoas que estão à frente do sindicato, aquelas que recebem o trabalhador dia a dia, para que ele seja bem atendido, e esteja satisfeito”.

Além da nova sede e dos atendimentos desde que assumiu o sindicato em 2002, o presidente fala das negociações  coletivas onde sempre conseguiram aumentos reais aos profissionais do setor. ” Com dinheiro no Bolso, o trabalhador faz a economia girar, o que é bom para toda a sociedade”. Ele acredita que isso só seja possível com o bom relacionamento com o sindicato patronal local. ” O sindicato patronal entendeu que o trabalhador também tem que ganhar um pouco mais, para que as coisas andem juntas”.

Além de tudo isso o sindicato oferece kits de material escolar para os sócios, convênios médicos, entre outros.  Atualmente são cerca de dois mil associados em toda região Sudoeste do Paraná, mas esse numero já chegou  a três mil. “Infelizmente com crise o setor teve uma grande redução no mercado de trabalho.”

O presidente conclui “Chegamos aqui com muito esforço e sacrifícios foram cinco anos, pensamos que não iríamos concluir essa obra. Mas tivemos ajuda também da Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos do Paraná e hoje entregamos esse prédio lindo aos nossos associados e a toda região Sudoeste do Paraná”.

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FICAMOS MAIS FORTES!! Chapa apoiada por Sindimoc e Força vence eleições da categoria em Ponta Grossa

Nossa categoria ficou mais forte nesta sexta-feira (13). Chapa apoiada pelo Sindimoc e Força Sindical venceu eleições no Sindicato dos Trabalhadores no Transporte Coletivo de Ponta Grossa e Região (Sintropas). Com isso, ganhamos mais uma entidade aliada na luta por melhores condições de trabalho.

Os desafios que enfrentamos em Curitiba são os mesmos que os trabalhadores de Ponta Grossa enfrentam. Lá querem cortar o emprego do cobrador, demitindo todo mundo, lá também querem pagar salário de fome, lá também tentam colocar gente pelega mandada pelo patrão para comandar o Sindicato dos trabalhadores. “Por tudo isso, faz todo sentido lutar em conjunto, em parceria. Quanto mais trabalhadores tivermos no comando dos sindicatos, sem rabo preso com patrão, melhor”, afirma Anderson Teixeira, presidente do Sindimoc.

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