Sindiamarradores: Câmara Municipal de Paranaguá mostra seu apoio à luta do Sindicato

Aprovado pela sessão da Câmara ontem 20/02/2017 pedido de explicação do Porto por não cadastrar trabalhadores pra entrarem e cumprir seu trabalho na faixa portuária


Na noite do dia 20 de fevereiro, os 19 vereadores da Câmara Municipal de Paranaguá demonstraram o irrestrito apoio à luta do Sindicato dos Amarradores de Navios no Porto de Paranaguá (Sindiamarradores). A classe reivindica o direito ao retorno do trabalho na faixa portuária, uma vez que a chamada faina está, no momento, nas mãos da iniciativa privada.

Na sessão ordinária, foram aprovados dois requerimentos que tratavam  dos assuntos da classe sindical portuária. O primeiro deles se referiu ao pedido de informações ao Órgão Gestor de Mão-de-Obra (Ogmo) de Paranaguá, para que explique os motivos pelos quais não aceita um acordo semelhante ao existente no Estado do Espírito Santo, onde o Sindicato dos Amarradores tem a autorização para exercer suas funções no Porto Público.

Um segundo requerimento, por autoria de Adriano Ramos, foi para que o Deputado Federal, Diego Garcia, informe a respeito dos Projetos de Lei 3316/1997 e 2882/2004, referentes a inclusão das atividades de Amarradores e desatracadores de Embarcação no Órgão de Gestão de Mão de Obra- OGMO.

“São duas situações que vão nos ajudar a entender o que ocorre nessa história, pois os amarradores não podem mais ficar sem o entendimento a respeito de quem está impedindo que eles exerçam uma atividade de trabalho que vem sendo realizada por empresas privadas no porto de Paranaguá”, disse o vereador autor do requerimento.

“Se tivermos que levar uma comitiva com os 19 vereadores até Curitiba, para fazer com que a mobilização pela causa seja ainda mais percebida pelos deputados estaduais, os quais têm força de influência nas decisões do governo estadual, pode ter certeza que iremos assim fazer”, disse o presidente da câmara Marcus Antônio Elias Roque.

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Lideranças da Força Sul defendem central para o trabalhador e não a serviço de interesses partidários

Lideranças do SC, RS e PR aprovaram moção de repúdio às reformas da previdência e trabalhista e ao aparelhamento partidário da Força Sindical

Moção de repúdio é aprovada em reunião que marca posicionamento da Força Sul pela classe trabalhadora

Lideranças do SC, RS e PR aprovaram moção de repúdio às reformas da previdência e trabalhista e ao aparelhamento partidário da Força Sindical

Lideranças representativas de mais de 300 sindicatos de trabalhadores filiados à Força Sindical nos estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul reuniram-se na manhã deste sábado (18) para discutir os rumos e o fortalecimento da central.

Esse ano ocorrem os congressos regionais e nacional da entidade, no qual se elegem as novas diretorias e se aprovam as diretrizes de luta para os próximos anos.

Em comum na fala das lideranças, um posicionamento muito claro: a Força Sindical precisa urgentemente guinar seu rumo no sentido da luta sindical e trabalhista e blindar-se contra interferências partidárias, sob pena de uma grande debandada de sindicatos. O encontro da Força Sul ocorreu em Florianópolis/SC e foi preparatório para o Seminário Regional da Força Sul – Congresso Força Sindical 2017.

Para marcar posição, foi aprovada na reunião uma moção de repudio (veja abaixo) às reformas da previdência e trabalhista e ao aparelhamento partidário da Força Sindical.

“Precisamos questionar, qual a central que queremos? Se depender de nós o foco será sempre a luta pelos trabalhadores, principalmente, na atual conjuntura de crise econômica, desemprego e ameaças aos direitos trabalhistas, a exemplo das reformas trabalhistas e previdenciária. Se não conseguirmos construir a unidade para o Congresso, teremos uma grande debandada de sindicatos. Todos nós esperamos posições diferentes daqui pra frente. Não vamos e não podemos discutir partidariamente o congresso. Mas qual o futuro, teses, o caminho para fortalecer a central? Senão a gente vai jogar fora todo fortalecimento criado nos estados. Se hoje temos o respeito dos trabalhadores, foi graças a luta e a representatividade, graças a atividade sindical. Não foi partido algum que gerou isso. Foi trabalho, suor e luta. Luta sindical!”, frisou o presidente da Força-PR, Sérgio Butka.
A linha explanada por Butka entra em sintonia com o pensamento das lideranças do Rio Grande Sul e Santa Catarina. O consenso pelo fortalecimento da Força Sindical ficou evidente na reunião.

“Paulinho não pode estar no exercício da presidência de um partido e da Central.  É conflitante. Essa proposta de reforma da previdencia. Ele discutiu com quem? Ora, ela é do Solidariedade, cabe ao Solidariedae discutir! É do SDD, não Força, não foi discutida! Nao pode levar pro Congresso como sendo da Força, porque náo é!”, analisou o presidente licenciado da Força-RS, Claudio Janta.

“Essa é a uma oportunidade de fazer o que sempre fizemos. Ajudar a dar linha, posições, e construir e fortelecar a central. Nosso reagrupamento faz com que a gente se fortaleça e busquemos os espaços q são nossos. Não dá para aceitar uma central paulista.Por que não temos os espaços garantidos pela representatividade? Se pegar o Sul, por exemplo, e ver o espaço que temos, não é equivalente! Há uma disfução aí e isso tem que ser corrigido. O critério do “amigo do rei” não pode ser o critério único. Tem que ser o critério da representatividade, pelo bem da central, pelo bem dos trabalhadores. Essa república paulista está causando uma divisão nos nossos estados, na nossa centralIsso é Inconcebível, ressaltou o presidente da Força-SC, Osvaldo Mafra.
Para o diretor do Sindicato dos Empregados no Comércio de Canoas (RS), Américo Cordeiro, “há um aparelhamento da Força Sindical por interesses partidários. O partido foi criado para ser instrumento da central. Mas isso se inverteu. A posição partidária está se sobrepondo à sindical. Repudio essa inversão”.
Já o diretor do Sindicato dos Empregados no Comércio de Canoas (RS), Nilton Souza Neco, sinalizou, “que é irracional colocar a central a reboque de partido. Afinal, foi a luta sindical que nos cacifou para chegar a cargos eletivos de vereador, deputado, e não o partido!! O partido é só um instrumento! Não pode a central ficar a serviço de partido algum”.
“Esse debate já era para ser feito há muito tempo. Não queremos retrocesso. Não aceitamos retirar direitos do trabalhador”, avisou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Materiais Plásticos de Chapecó, Vilson Antonio Silveira.
“Precisamos ser ouvidos pela direção da nacional. Eles precisam saber o que o sul e as outras regiões pensam, pois tais atidudades não refletem o posicionamento da maioria”, ressalta o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado do Paraná, Francisco Rodrigues da Silva Sobrinho.
Em breve a Força Sul vai definir a realização, provavelmente em março, de um seminário para debater e definir as ações para o Congresso Nacional da central.

CARTA DA FORÇA SUL

*MOÇÃO DE REPÚDIO ÀS REFORMAS DA PREVIDÊNCIA E TRABALHISTA E AO APARALHEMENTO PARTIDÁRIO

DA FORÇA SINDICAL*

Na condição de representantes de mais de dois milhões e meio de trabalhadores, nós, presidentes e diretores de entidades filiadas à Força Sindical nos estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, vimos a público manifestar nosso repúdio às mudanças que subtraem direitos dos trabalhadores, consignadas nas reformas da Previdência e Trabalhista do governo federal.

De mesmo modo manifestamos nossa contrariedade ao fato da Força Sindical encaminhar tratativas no Congresso Nacional sobre essas matérias sem abrir um amplo debate interno com seus sindicatos filiados, assumindo posições de um partido como se fossem da central sindical. Entendemos que as posições partidárias pessoais de dirigentes sindicais não devem, em hipótese alguma, sobrepor-se aos interesses dos trabalhadores.

Nossa central deve ser para o trabalhador não só no discurso de marketing, mas também em suas posições políticas e iniciativas.

Reafirmamos as posições dos 5º, 6º e 7º congressos nacionais da Força Sindical, no sentido de manter a unicidade pela base, a qual vem sendo afrontada constantemente por encaminhamentos da Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Por fim, destacamos: Urge que a Força Sindical de uma guinada efetiva no sentido da luta trabalhista e se blinde contra interferências partidárias, sob pena de uma grande debandada de sindicatos, sob pena do enfraquecimento da classe trabalhadora e do esfacelamento de todo o arcabouço de direitos que conquistamos, a duras penas, com anos de luta.

Florianópolis, 19 de fevereiro de 2017

Documento aprovado e assinado pelas lideranças da Força Sul

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Força-PR debate problema do desemprego com o prefeito Rafael Greca

O presidente da Força-PR debate com o prefeito Rafael Greca ações contra o desempregoNesta quarta-feira (15) a direção da Força-PR se reuniu com o prefeito de Curitiba, Rafael Greca para debater a questão do desemprego na capital paranaense. Também participaram da reunião a secretária municipal de educação, Maria Sílvia Bacila Winkeler e o secretário do governo municipal, Luz Fernando de Souza Jamur.

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Sinpropar promove o 1° Fórum – Federações de Trabalhadores Contra a Reforma Trabalhista

Todo cidadão brasileiro terá seu futuro amplamente modificado pelas reformas do atual governo. Por isso o Sinpropar ( Sindicato dos Professores no Estado do Paraná) promove o 1° Fórum – Federações de Trabalhadores Contra a Reforma Trabalhista. O evento é aberto ao público e visa expor e debater as reformas trabalhista e previdenciária, definindo um posicionamento frente a tão bruscas e temerosas mudanças.

Programação:

- Apresentação técnica referente a reforma previdenciária – (PEC) Proposta de Reforma Constitucional Previdenciária e suas implicações no futuro do cidadão;

- Reforma trabalhista – (PL) Projeto de Lei que projeta sensíveis mudanças na legislação trabalhista alterando as atuais relações de trabalho. O que pode ser prejudicial, o que pode ser favorável ao trabalhador;

- Debate sobre as reformas propostas pelo Governo Federal e deliberação aos encaminhamentos.

Palestrantes:

Dra. Claudia Vilela Vianna
Advogada, Mestra pela PUC/PR, Conferencista e Consultora Jurídica Empresarial nas Áreas de Direito do Trabalho e Direito Previdenciário, Co-coordenadora do curso de pós-graduação da EMATRA/PR; Professora de cursos de pós-graduação em diversas cidades e Estados, nas áreas de direito material do trabalho e direito previdenciário; Associada do Instituto dos Advogados do Paraná – IAP – e Associada Benemérita do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário – IBDP; Título de “Previdenciarista do ano 2009” concedido pela LTr editora; Título de “Profissional padrão do ano 2012” concedido pela Máster Pesquisas; Autora de diversas obras jurídicas.

Prof. Oswaldo Augusto de Barros
Diretor Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Educação e Cultura, formado em Ciências Físicas e Biológicas pela Faculdade Filosofia Ciências e Letras Farias Brito. Formado em Ciências Biológicas pela Universidade de Guarulhos. Formado em Pedagogia pela Universidade de Guarulhos. Formado em Direito pela Universidade São Francisco.

Serviço
- Data: 21 de fevereiro de 2017
- Horário: 10 horas
- Local: Rua Piquiri, 698 – Rebouças – Curitiba-PR

Participe! Confirme sua presença até o dia 17 de fevereiro através do  41 3332-5433.

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Sincontabil Maringá: Empresas serão autuadas por irregularidades no Nota Paraná

Melhorar a arrecadação de impostos, diminuir a sonegação, conscientizar e orientar os contadores para o preenchimento correto de documentos fiscais destinados aos órgãos de fiscalização; esses e outros assuntos de interesse da administração pública, empresários e contadores foram abordados em reunião na manhã do último dia 31 (janeiro), na prefeitura de Maringá.

Estiveram na reunião o secretário municipal da Fazenda, Orlando Chiqueto Rodrigues, a coordenadora do programa Nota Paraná, Marta Gambini, o presidente do Sivamar, Ali Wardani, o presidente do Sincontábil, Ailton Marques Filho, o diretor do Sescap-PR Regional Maringá, Antonio Romero Filho, o delegado do Conselho Regional de Contabilidade do Paraná, Glicério Rampazzo e o contador da ACIM, Celso Daniel Alves, entre outros.

Marta Gambini comunicou que a Receita Estadual vai autuar brevemente as empresas com irregularidades detectadas pelo programa Nota Paraná, em que os consumidores pedem para o fornecedor incluir o CPF na nota fiscal e são reembolsados com uma parte do imposto pago. Ela estima que a Receita Estadual já identificou dez mil empresas que praticaram irregularidade e podem ser autuadas. A multa pode chegar a R$ 1 mil por documento fiscal irregular, quando o fornecedor se recusa a citar o CPF do consumidor na nota fiscal ou quando cita o CPF mas não informa a Receita Estadual.

A coordenadora está planejando um encontro com contadores e empresários, em meados de fevereiro, para atualizar informações sobre o trabalho da Receita Estadual relacionado com o programa Nota Paraná, a apuração do Fundo de Participação dos Municípios [FPM], repasse de ICMS Ecológico e uso do aplicativo de consulta pública Menor Preço. O objetivo do encontro é melhorar a orientação para os empresários e contadores, para que eles enviem informações mais qualificadas para a Receita Estadual e isso resulte em aumento no repasse do FPM e do ICMS Ecológico para o município.

Orlando Chiqueto ressaltou o aspecto positivo do trabalho conjunto dos órgãos públicos e organizações de classe e disse que o momento é de muita dificuldade para os comerciantes e que é prudente evitar transtornos para os empresários. “Temos a obrigação de cumprir a lei, mas podemos trabalhar na orientação e prevenção para evitar punição,” sugeriu.

Ali Wardani elogiou o trabalho de fiscalização dos órgãos públicos. “A evolução dos sistemas de fiscalização é uma conquista para os empresários que querem investir, que querem honestidade na concorrência,” lembrou.

Os líderes classistas apoiam a fiscalização e o combate à sonegação para garantir mais lealdade no ambiente de concorrência do comércio. Os sonegadores e oportunistas atrapalham os comerciantes honestos, não têm compromisso social e praticam a concorrência desleal.

Veja mais em Sincontabil Maringá

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