Começa o saque do Pis/Pasep para quem tem mais de 70 anos

Pessoas a partir de 70 anos que tenham contribuído com o Programa de Integração Social (PIS) ou o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) podem sacar as cotas nos fundos a partir de hoje (19). A retirada é válida somente para os trabalhadores que tiveram carteira assinada e contribuíram para algum dos dois fundos até 4 de outubro de 1988.

Em 17 de novembro, começará o saque para aposentados. Em 14 de dezembro, a retirada será liberada para homens a partir de 65 anos e para mulheres a partir de 62 anos. Não há data limite para os saques. Os herdeiros de cotistas falecidos podem sacar o dinheiro a qualquer momento.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição de 1988 passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Desde a criação do PIS/Pasep, em 1971, o saque total só podia ser feito quando o trabalhador completava 70 anos, se aposentasse ou tivesse doença grave ou invalidez. A medida provisória editada recentemente pelo presidente Michel Temer flexibilizou as restrições para as retiradas. No entanto, o cidadão com idade inferior não tem direito à cota, mesmo que tenha contribuído antes de 1988, quando passou a vigorar a atual Constituição brasileira.

De acordo com o governo, a liberação dos saques das cotas do PIS/Pasep vai injetar R$ 15,9 bilhões na economia e beneficiar 7,8 milhões de pessoas. Desse total, R$ 11,2 bilhões virão dos saques do PIS, vinculado aos trabalhadores da iniciativa privada e administrado pela Caixa Econômica Federal, que beneficiarão 6,4 milhões de cotistas. O restante virá do Pasep, vinculado aos servidores públicos e aos empregados de estatais e sociedades de economia mista e administrado pelo Banco do Brasil. Continue lendo

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Diretores do SMC estão em Catalão para apoiar greve dos metalúrgicos da Mitsubishi

O diretores do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC), filiado à Força Paraná, Paulo Pissinini e Marcos Baclan estão em Catalão (SP) apoiando a greve dos trabalhadores da Mitsubishi. A paralisação dos trabalhadores já dura dois dias (antes disso, na quarta-feira já haviam parado como advertência) e se dá porque a empresa está tentando discutir o PLR dos metalúrgicos criando uma comissão de fábrica sem a presença do Sindicato da região (Simecat).

Apesar da greve ter sido declarada só agora, as mobilizações dessa negociação de PLR, reajuste salarial e outras melhorias para os metalúrgicos de Catalão está sendo negociada desde março e foi intensificada em agosto, quando a empresa tentou deixar o Simecat fora da negociação. A atual paralisação na produção da Mitsubishi ocorre menos de um ano após a última greve realizada, que também reivindicava um acordo coletivo decente.

Os trabalhadores representados pelo Sindicato da região seguem firmes na luta porque acreditam que o reajuste é justo e coerente com a realidade do momento, já que a carga de trabalho ficou mais intensa nos últimos meses, pois a produção de veículos aumentou e os postos de trabalho perdidos nas demissões em massa não foram repostos, deixando os atuais metalúrgicos sobrecarregados.

Paulo Pissinini, diretor do SMC que está acompanhando de perto o movimento dos trabalhadores em Catalão, destacou a importância da resistência dos metalúrgicos nesse momento, já que a empresa, além de não aceitar a proposta dos trabalhadores, tem tentado impor vários pontos da Reforma Trabalhista que ainda nem entrou em vigor, adiantando o que ainda está por vir para os trabalhadores brasileiros.

“Isso é mais uma prova e mais um resultado de que os empresários estão se unindo para tentar prejudicar os trabalhadores e o Sindicato com a desculpa de que o mercado não está bom e não reagiu, o que a realidade mostra que é falso”, explica Pissinini.

Fotos: http://www.simec.com.br/?area=ver_foto&id=1260&titulo=diretores-do-smc-apoiam-greve-dos-metalurgicos-da-mitsubishi-em-catalao

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Diretoria do Sindnapi Curitiba é reeleita por unanimidade

Na manhã deste sábado (7) a atual diretoria do Sindnapi Curitiba encabeçada novamente pelo presidente Pedro Paulo da Silva, o Pepê, foi reeleita por unanimidade pelos aposentados sócios do Sindicato. A eleição ocorreu na sede do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) e contou com a presença de lideranças sindicais importantes do país.

Estiveram presentes para acompanhar o processo de eleição o presidente do Sindnapi Nacional, João Inocentini; Marcos José Bulgarelli, tesoureiro do Sindnapi Nacional e Antonio Lobato, presidente do Sindnapi Paraná; entre outros diretores e convidados.

A diretoria reeleita mais uma vez assumiu com o compromisso de lutar por melhorias na qualidade de vida dos aposentados de Curitiba e seguir firme na luta contra a Reforma da Previdência.

“Um dos planos que a gente quer continuar é o projeto Aposentados em Movimento, que já iniciou nessa gestão e agora vai ganhar ainda mais forma com a renovação do trabalho. Fico muito honrado pela confiança e pela unanimidade para poder seguir com esse trabalho que vai trazer muito mais qualidade de vida para os aposentados”, destacou Pepê durante o evento. Continue lendo

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Nova diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de Irati toma posse

A nova diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de Irati, filiado à Força Paraná e a Fetim, tomou posse na noite desta quinta-feira (6) e ficará no comando pelos próximos 4 anos. A nova diretoria assumiu a entidade já nesta quinta com um o desafio de superar o cenário Reforma Trabalhista aprovada.
E é esse cenário de Reforma que o presidente eleito Geraldo Rocha destacou durante toda a cerimônia de posse e que ele também enxerga como sendo o maior desafio dessa diretoria.
“Mais uma vez nos assumimos o Sindicato com o compromisso de lutar pelo trabalhador para permitir que os nossos metalúrgicos tenham um trabalho e uma vida digna”, destacou o presidente Geraldo durante a sua fala de posse.
Além do presidente eleito Geraldo Rocha, estiveram presentes compondo a mesa de cerimônia as seguintes lideranças: Sérgio Butka, presidente da Força Paraná, da Fetim e do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba; Pedro Celso Rosa, representante da CNTM; Iraci Borges, assessor jurídico do SMC; Maria Donizete Alves, presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Ponta Grossa; Luiz Antonio Andreassa, secretário de Desenvolvimento Econômico de Irati e representante do prefeito da cidade Jorge Derbli; Ronildo Surek, vereador e vice-presidente da Câmara de Irati.
O evento ainda contou com a presença de convidados e inúmeras lideranças e dirigentes sindicais de todo o estado do Paraná.
Confira a composição da nova diretoria:
Presidente: Geraldo Rocha
Vice-presidente: João Amauri Bucco
Secretário Geral: Richard Bartoszewski Augustinhak
Tesoureiro: Antonio Osmar Rodrigues
Diretor de assuntos sindicais: Celso Luiz Moreira
Diretoria da Mulher Metalúrgica: Lindamir Markovski
Suplentes
Orlando José Koziol
Jackson Ferreira
Conselho Fiscal
Mário Miguel Franco
Geovane de Paula Freitas
Marcos Antonio Lopes Martins
Suplente do Conselho Fiscal
Keli Adriana Fracaro
Delegados Representantes
Geraldo Rocha
João Amauri Bucco
Suplente de Delegado
Richard Bartoszewski Augustinhak

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Metalúrgicos da Fetim fecham estratégia de luta nas campanhas salariais 2017/2018

Lideranças dos metalúrgicos do Paraná filiados à Fetim se reuniram durante toda a tarde desta quinta-feira (5), em Irati, para alinhar as melhores estratégias de luta nas campanhas salariais 2017/2018 em todo o estado, a valorização dos sócios, campanhas de sindicalização e a participação dos paranaenses no movimento Brasil Metalúrgico. Ficou definido que o foco agora é a luta empresa por empresa para valorizar e trazer resultados ainda melhores para os trabalhadores associados e a representação na base.

Tá mais do que claro que com as mudanças da Reforma Trabalhista, que passam a valer a partir do dia 11 de novembro, a luta precisa ser ainda maior. Só o trabalho de base, na porta das fábricas, é que vai garantir que nenhum ponto da reforma seja incluído nos acordos fechados daqui pra frente. Por isso o foco dos metalúrgicos do Paraná é o trabalho empresa por empresa, deixando claro para o trabalhador que nesse momento de ataque ele não precisa ficar desamparado e pode contar com o Sindicato para não ser deixado para trás.

Sérgio Butka, presidente da Fetim, do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba e da Força Paraná, reforça que a essa valorização das negociações individuais empresas por empresa já vem trazendo bons resultados para os trabalhadores e que esse deve ser o caminho adotado em todo o Paraná para garantir avanços reais para os metalúrgicos.

“Nessa luta empresa por empresa, o trabalhador que é sócio do Sindicato, que se junta nessa luta, já conseguiu grandes avanços. Com a Reforma Trabalhista batendo na porta, essa negociação direta com as empresas é que vai garantir que o trabalhador não saia perdendo, já que esses acordos individuais vão ter ainda mais força do que as negociações coletivas”, destaca Butka.

Sindicalização

Durante o encontro, as lideranças também trataram de estratégias para valorizar ainda mais os sócios do Sindicato e definiram estratégias para as campanhas de sindicalização que estão começando neste momento.

Juntos pelo Brasil

Outro assunto que esteve na pauta da reunião foi a luta do movimento Brasil Metalúrgico, reforçando a posição de que os trabalhadores estarão com tudo nessa luta! Além de parar geral no dia 10 de novembro, os metalúrgicos do estado estão planejando várias iniciativas de aquecimento nas portas de fábrica, para deixar o trabalhador pronto para luta que se aproxima.

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